Passando pelo áudio 5 (cinco) do curso intermediário de viagem astral do Saulo Calderon, onde ele comenta que o corpo mental não possui forma específica, pois este veículo de manifestação da consciência não faria parte do mundo da matéria (pelo menos não da forma como conhecemos a matéria atualmente), lembrei-me de uma experiência que tive por volta dos 13 (treze) anos de idade. Eu vi, em estado de vigília (acordada), uma forma de nuvem, uma bola de luz branca. Não tinha braços, nem pernas, nem forma humanoide, somente uma forma oval de luz, que flutuava a cerca de uns 20  (vinte) centímetros do chão e tinha uma altura de cerca de 1,9 m.

Recordo-me de como fiquei impressionadíssima com aquela imagem e como meu cérebro reagiu naquela hora: uma descarga de adrenalina muito forte; meu coração acelerou, meu corpo todo começou a tremer e a única coisa que eu pensava era em medo e que deveria sair dali o mais rápido possível! E foi o que fiz! Claro que tudo ocorre ao seu tempo, mas é uma pena que nossa sociedade ainda seja tão influenciada e conservada de uma forma negativa sobre os processos extrafísicos.

Hoje vejo claramente como somos condicionados ao medo e a não entender sobre coisas que nos seriam muito úteis na nossa libertação da matéria e do materialismo. Somos condicionados ao medo e consequentemente a todas as amarras e limitações que o medo traz consigo.

Depois de passar bons anos numa vida da qual eu somente existia com base nos padrões impostos a grande parte de todos nós, comecei a me libertar, se é que posso chamar esse processo de libertação. O que ocorre é que, depois que deixei todas as exigências dos outros e da sociedade para suprir e seguir as minhas próprias escolhas, passei a vivenciar (ou reviver com muita intensidade) inúmeras experiências que no passado, eu seria única e exclusivamente condicionada pelo medo e não as aceitaria. Atualmente, busco informações e cada vez mais enxergo como era limitada pelo medo e como experiências que poderiam ter sido belíssimas, foram simplesmente arrancadas, trucidadas de mim. Uma delas foi essa interação com um ser em estado “vaporoso”, da qual na época eu saí correndo de medo e hoje observo com olhos de carinho e simpatia.

Espero e principalmente trabalho a cada dia para que este medo infundado imposto a mim seja revertido em puro conhecimento e maturidade perante situações extrafísicas. As quais estão aí, por todos os lados, são todas aquelas que a maioria finge não perceber ou nos casos em que não dá para fingir, assumem como sendo “coisa da minha/sua cabeça”.


4 comentários

Matheus Alexandre Siebra · 29/04/2017 às 02:01

O medo nos impede de aprendermos muitas coisas.

Algo recorrente que vejo é pessoas desistindo da projeção simplesmente porque acreditam que podem perder o corpo físico.
Infelizmente, as crendices ainda estão muito enraizadas nas mentes de milhares.

    Érica · 29/04/2017 às 19:27

    Sim Matheus, e a mídia o tempo todo reforçando para que o medo seja algo constante… mas aos poucos tudo isso vai mudando! =)

Matheus Alexandre Siebra · 29/04/2017 às 02:01

O medo nos impede de aprendermos muitas coisas.

Algo recorrente que vejo é pessoas desistindo da projeção simplesmente porque acreditam que podem perder o corpo físico.
Infelizmente, as crendices ainda estão muito enraizadas nas mentes de milhares.

    Érica · 29/04/2017 às 19:27

    Sim Matheus, e a mídia o tempo todo reforçando para que o medo seja algo constante… mas aos poucos tudo isso vai mudando! =)

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